A observação é do escritor Nelson Rodrigues: " De gente burra,só quero as vaias". Nesse tempo de "revolução pós-moderna" e manifestações dos brasileiros revoltados com a podridão da política nacional,é preciso ter cautela.
Durante a abertura da Copa das Confederações,a presidente Dilma Rousseff (PT) foi vaiada por uma burguesia elitista que domina a região centro-oeste do país que não aceita a ascensão dos pobres a classe média e o ingresso de pobres e negros nas Universidades Federais. As mídias tradicionais manipulam as notícias e o leitor " manifestante" é o bobo da corte.
Enxergar na presidente, a figura " salvadora da pátria" e de todos males econômicos e de infraestrutura do país,é pedir um milagre que seus antecessores não resolveram. Isso são questões que exigem um longo prazo para ser resolvido. Os "manifestantes" perdem a educação ao proferir palavras grossas e de baixo calão. Pobres diabos,são todos caluniadores e vão morrer sem reconhecer a importância da presidente para a nação. A história está aí, e não pode ser negada.
Ninguém melhor do que a Dilma,compreende a luta da nossa massa,pois lutou e foi às ruas contra a Ditadura Militar que assombrou o nosso o Estado Brasileiro por 21 anos. Hoje,temos a liberdade de expressão para que pudéssemos,inclusive,vaiar um Presidente da República. A presidente nada mais é,do que refém de interesses desse politicagem que domina as casas legislativas de Brasília (Câmera e Senado).
O povo têm o direito a manifestar e expressar sua indignação com a politicagem e com tudo que consideram uma afronta a nação como consta no somente com os limites expostos pela Constituição Federal de 1988, em seu artigo 5º:
XVI – todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente.
Toda manifestação é legítima,porém quando os delinquentes fazem uso dessas manifestações sociais para destruírem e causar uma desordem pública,é hora do Estado agir de forma correta e dentro do seu limite para não ferir aquela que constitui uma das formas mais legítimas da política: a manifestação popular.
Que não haja excessos dos manifestantes e do Estado,pois os nossos princípios
democráticos não devem ser jogados no lixo,como se não bastasse toda a forma de repressão na qual sofremos,não vamos ferir a nossa jovem democracia. Vamos todos às ruas manifestantes,e aos "manifestantes" fique em casa;bando de arruaceiros.
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