sexta-feira, 4 de maio de 2012

O que vale mais: A aparência ou o caráter?


Há dias, estou intrigado em escrever sobre um questionamento que surgiu entre uma simples conversa entre dois amigos. O que vale mais: A aparência ou o caráter? 

Nós, que somos considerados ditos cristão, não omitimos a nossa audácia de se colocar acima do bem e do mal e julgar o ser humano pela sua aparência. A aparência detém de qualidades que não podem se sobressair ao valor do caráter. O direito ao que se chama de belo (dependendo da análise de cada um), não deveria se restringir somente a classe elitizada e dominante, que gastam rios de dinheiro com cirurgias plásticas e lipoaspiração.

O direito ao belo deveria ser de acesso universo a todos, independentemente de classe social. Quando destaco direito ao belo, não estou somente me abreviando à questão estética, elevo muito mais do que isso, é o direito a uma cidade bonita, a um ambiente urbano digno de admirar e sobressaltar as qualidades do espaço em que você vive a uma beleza espiritual que se distancia de dogmas religiosos.



 

“Sou defensor da ideia de que o homem é ruim de natureza, que se sente no direito de “rotular” ao outro, como vias de exemplos:”. “É pobre, negro e está correndo só pode ser bandido”. “Homem educado demais, só pode ser gay”. “Mulher vestida de roupas curtas, deve ser puta”.

A nossa maior preocupação não deve ser com a aparência, pois ela se desmancha se desfaz e sim estruturação do nosso caráter. Não há aparência que dure uma vida toda, sem a valorização do seu caráter. Até concordo com Vinicius de Moraes, quando afirma “... beleza é fundamental”, desde o caráter esteja andando juntamente com esse belo. O caráter duvidoso é facilmente escondido por uma aparência, mas o caráter cristão, somente o Criador o conhece.





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