Foto: Getty Images
Era
mais uma quinta-feira à noite em casa, pensando no que iria escrever essa semana,
navegava nas redes sociais, em sites de notícias depois de uma super aula na
companhia de bons amigos. Havia várias histórias que poderia escrever, porém
uma me chamou atenção durante cinco minutos na televisão, os trinta e cinco
anos da morte de Elvis Presley, o rei do rock. Logo me animei para escrever
sobre o Elvis, entusiasmado bastante, mas logo me bateu um desânimo. Como
poderia um jovem, escrever sobre o rei do rock onde seu período de atividade
foi na década de 50 a 70?
Como
todo e bom estudante de jornalismo devem no mínimo ser curioso, procurei me informar
sobre o trabalho e vida do rei do rock. Milhares de fãs no mundo reunidos para
prestar sua homenagem ao Elvis. Fãs na sua maioria de meia-idade, alucinados
pelo cantor, em um ritmo que não deixou a desejar depois de três décadas de sua
morte.
Durante
todos esses anos, vigília com um ar de misticismo é considerado a máxima dessa
lembrança. A história não poderia esquecer-se do astro internacional do rock, está
entre gigantes da música comparados a Michael Jackson, Madonna e até mesmo os Beatles.
Sua postura, sua voz, suas vestimentas, sendo o astro mais dublado de todos os
tempos.
Elvis
tornou-se um fenômeno, com um estilo puramente rock roll que se mistura a
diversas tendências musicais da época com suas apresentações sensuais e
empolgantes que levaram milhares de fãs ao uma paixão enlouquecedora a ponto de
quebrar conceitos pré-estabelecidos em uma sociedade norte-americana
preconceituosa e conservadora.
Como
todo e grande ídolo musical, muitas teorias conspiram em torno de sua morte. Teorias,
fatos ou boatos, não importa Elvis para muitos continua mais vivo do que nunca,
a intensidade de seu trabalho não o deixou cair no esquecimento e as
recordações ainda estão mais presentes do que nunca na memória de milhares de
fãs no mundo afora.
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