Na década de 80, o mundo ainda estava atenuado pela guerra de bastidores entre ideologias capitalistas e socialistas, representado pelos respectivamente pelos Estados Unidos e União Soviética, cuja denominada de Guerra Fria. No Brasil havia uma explosão pelo fim da ditadura militar e manifestações do povo lutando pelas “Diretas Já”.
Diante de tantos acontecimentos históricos, o Mundo é assombrado, digamos por uma nova “peste negra”, conhecida como AIDS (Síndrome da Imunodeficiência adquirida) causada pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV). Estudos e Pesquisas genéticas indicam que o HIV tem origem proveniente da África centro-ocidental durante o século XXI e início do século XX. A AIDS, entretanto só foi reconhecida em 1981, e sua causa o vírus HIV, foi identificado no início de 1980.
Pensamentos retóricos, preconceituosos e medíocres, atribuíram a AIDS está diretamente relacionada com os homossexuais, entretanto o vírus HIV pode atacar qualquer individuo independente da sua condição sexual seja heterossexual, homossexual ou bissexual.
Essa epidemia global completa trinta anos de, onde está dividida entre vitórias e derrotas, onde 34 milhões de pessoas estejam infectadas pelo vírus HIV, aumentando cada anualmente acima de 1 milhão de pessoas. Enquanto muitos vêem o continente Africano condenado pelas raízes do vírus HIV, o Leste Europeu e a Ásia Central começam a vivenciar esse drama global, onde houve aumento nos números de casos em 250 % em 10 anos.
O ser humano pela sua racionalidade vive uma dualidade de construir e destruir, o século da tecnologia, ciência e formação. A sanidade humana também foi responsável por executar duas Guerras Mundial, ataques terroristas, além de mazelas sociais o a fome, miséria, pobreza, analfabetismo, criminalidade, etc. Tudo isso quando alinhado a pandemia da AIDS,se torna essencial para destruição do maior bem do ser humano: A VIDA. Enquanto vários cientistas espalhados pelos laboratórios do mundo afora, a fim de chegar à cura para o vírus HIV, a AIDS vai dilacerando com a vida de milhões de pessoas, não por falta de políticas públicas para o tratamento adequado, mas porque está associada às desgraças sociais humanas.
Enquanto a cura da AIDS não vem, só nós resta a seguir as sábias palavras de Gilbram Westarb Borgonovo: “A cura da AIDS está nas palavras... Fale sobre sexo”.
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